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Oi, eu voltei. E continuo fazendo filosofia, agora de um jeito que tenta inspirar mais, mais colado na realidade e um pouco distante dessas brincadeiras metafísicas que fingem dar conta da existência. Voltei com um diploma também, como se um papel pudesse me licenciar oficialmente a existir. Esse texto é pra fechar o ano. Uma reflexão pra você chapar, porque no fim ninguém nos vê nessa porra mesmo. Então vamos colocar a caixa pra baixo, derrubar essas estruturas que insistem em se chamar de humano, ou talvez só a casa de algum arquiteto aleatório. Poderia citar nomes, mas será que essas pessoas querem mesmo aparecer aqui? Esses últimos anos não se apresentaram como algo singular. Pelo contrário, vieram plurais, fragmentados, desalinhados. A singularidade nunca deu conta da realidade concreta da existência. O próprio ato de observar o mundo já é plural. Mesmo a subjetividade, que num primeiro momento parece algo íntimo, pessoal, quase sagrado, não passa de uma das verdades universais qu...





